O Simples Nacional reúne tributos em uma guia, mas isso não significa que o cálculo seja sempre simples ou que o regime seja o mais barato para toda empresa. Atividade, faturamento acumulado, folha e estado influenciam o resultado.
Quem pode optar
A opção depende do porte, da atividade, da composição societária e da ausência de impedimentos legais. Também podem existir pendências fiscais que bloqueiem o ingresso.
A análise deve considerar o conjunto da empresa, não apenas um CNAE isolado.
Anexos e alíquota efetiva
As receitas são enquadradas nos anexos aplicáveis. A faixa considera a receita bruta acumulada dos últimos 12 meses, e a alíquota efetiva resulta da fórmula prevista para o regime.
Algumas atividades de serviço podem transitar entre anexos conforme o Fator R.
O que entra no DAS
A guia pode reunir tributos federais, ICMS e ISS, conforme a atividade. Porém, existem valores que podem ser recolhidos fora do DAS, como substituição tributária, diferencial de alíquota e encargos específicos.
O Simples é sempre vantajoso?
Não. Dependendo da margem, da folha, dos créditos e da operação, outro regime pode apresentar custo total menor.
Antes da opção, compare cenários e obrigações. Depois, acompanhe faturamento e mudanças na empresa para evitar desenquadramento ou tributação incorreta.
Este conteúdo é informativo e pode ficar desatualizado após mudanças legais. A situação de cada empresa deve ser analisada individualmente por profissional habilitado.